| A
versão profissional trouxe
melhorias notáveis e a
gratuita (Reader) ficou mais rápida
e vale o upgrade. Documentos criados
na versão 7 podem ser comentados
e revisados no próprio
Reader 7.
Testamos o novo Acrobat 7,
aposta da Adobe para popularizar
de vez o uso de arquivos PDF
entre usuários domésticos
e corporativos. De acordo com
a Adobe, mais de 16 milhões
de licenças já
foram vendidas do Acrobat e
a versão Reader
(gratuita, somente leitura e
impressão) já
teve mais de 500 milhões
de downloads.
O maior diferencial do Acrobat
7 é a velocidade. Durante
a instalação,
o programa adiciona um utilitário
ao iniciar o Windows para agilizar
o processo de abertura e funcionamento,
sem pesar na memória.
Funciona bem e o ganho de velocidade
é perceptível
logo na primeira tentativa.
Apesar de mais completo e com
novas funções,
o programa ficou mais leve,
mesmo. Uma boa recompensa depois
do fiasco do Acrobat 6.0, que
além de pesado, dava
problema em muita máquina.
Para quem gosta de arquivar
documentos em PDF, há
um gerenciador embutido onde
você pode obter informações
rápidas de cada arquivo
e uma pré-visualização,
sem clicar em nada. Aos usuários
mais avançados, a Adobe
garante maior integração
com formulários em XML
e mais segurança de documentos
por meio de políticas
de proteção.
Enquanto a versão Professional
trouxe melhorias notáveis,
a gratuita (Reader) tem poucas
mudanças. Ficou mais
rápida do que a anterior
-- como é grátis,
vale o upgrade. O diferencial
é que documentos criados
na versão 7 podem ser
comentados e revisados no próprio
Reader 7, sem a necessidade
da ferramenta principal da Adobe.
Em tempo: a versão 7.0
só roda em Windows 2000
e XP. Quem usa edições
anteriores do Windows, deve
é usar a versão
5.0 do Acrobat Reader, porque
a 6.0 é pesada e não
vale o upgrade para a maioria
dos usuários, mesmo que
o computador seja rápido.
[Webinsider]
|